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Hostilizado por grupos que o acusam de homofobia e racismo, o presidente da Comissão de Direitos Humanos, o deputado Marco Feliciano, do PSC de São Paulo, aprovou pedido para que as sessões sejam fechadas ao público. Sob a alegação de que é preciso manter a ordem, Feliciano conseguiu aprovar um requerimento restringindo o acesso às sessões da Comissão de Direitos Humanos na Câmara. Só os deputados, assessores, convidados e a imprensa poderão participar. O regimento da Câmara permite, mas há quem discorde.
Na prática, a restrição já tinha começado. Impedidos de entrar na sala, manifestantes contra e a favor do deputado Marco Feliciano bateram boca durante horas no corredor. Houve empurra-empurra. Um manifestante pró-Feliciano foi retirado pela Polícia Legislativa.
Depois de deixar o corredor da Comissão de Direitos Humanos, os manifestantes que são contra o deputado Marco Feliciano passaram a circular pelas dependências da Câmara dos Deputados.
Na prática, a restrição já tinha começado. Impedidos de entrar na sala, manifestantes contra e a favor do deputado Marco Feliciano bateram boca durante horas no corredor. Houve empurra-empurra. Um manifestante pró-Feliciano foi retirado pela Polícia Legislativa.
Depois de deixar o corredor da Comissão de Direitos Humanos, os manifestantes que são contra o deputado Marco Feliciano passaram a circular pelas dependências da Câmara dos Deputados.
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